Diretor Carlos Schneider, do SETCERGS, participa de reunião da COMMU e EPTC sobre mobilidade urbana

Sindicato mantém presença ativa na Câmara de Mobilidade Urbana para acompanhar pautas que impactam o transporte e a logística

A Câmara de Mobilidade Urbana (COMMU) reuniu-se com representantes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) para analisar os principais desafios relacionados às operações de carga e descarga na capital gaúcha. O encontro destacou os impactos dessas atividades na fluidez do trânsito, especialmente nos horários de maior movimento.

De acordo com a EPTC, um dos problemas mais recorrentes ocorre em vias com apenas duas faixas, onde a parada de caminhões para descarregar materiais — como concreto, tijolos e outros insumos — reduz a pista disponível e provoca congestionamentos. Mesmo em locais com licenças específicas, há situações de descumprimento de horários ou ausência de autorização, ampliando os efeitos negativos sobre a mobilidade urbana.

A equipe técnica da EPTC ressaltou que, apesar do monitoramento constante e das ações de orientação, muitas ocorrências decorrem da falta de consciência e colaboração de alguns condutores e empresas, que priorizam suas operações sem considerar os impactos no deslocamento da população. Entre as alternativas discutidas, mencionou-se a possibilidade de, em obras de maior porte, adotar temporariamente o sentido único em determinadas vias, de modo a acomodar caminhões e máquinas sem bloquear totalmente o tráfego. A EPTC, no entanto, destacou que essa medida depende de avaliação técnica e nem sempre é viável.

O encontro contou com a participação do diretor Carlos Schneider, que representou o SETCERGS. O sindicato possui um representante ativo no COMMU para acompanhar de perto as pautas que impactam diretamente o setor de transporte e logística. A presença reforça o compromisso do SETCERGS em dialogar com os órgãos públicos e buscar, em parceria, soluções que promovam melhorias para a mobilidade urbana e para as rodovias do Rio Grande do Sul. O encontro reforçou a importância do diálogo contínuo entre o setor público, transportadores, comunidade e demais agentes envolvidos, com o objetivo de construir soluções que conciliem a dinâmica das operações urbanas com uma mobilidade mais eficiente e segura para todos.

Fonte: Jornalismo Setcergs/EPTC

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