Petrobras monitora necessidade de reajustes de preços dos combustíveis

A empresa brasileira está preparada para enfrentar choques de preços

A Petrobras ainda não tem uma posição sobre a necessidade de reajustar os preços de combustíveis no Brasil. Isto porque o impacto da guerra no Oriente Médio fez com que o preço internacional do petróleo subisse aos maiores valores em quase dois anos.

A companhia está preparada para enfrentar choques de preços provocados pela guerra no Oriente Médio. Sobre a escalada do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, que provocou o aumento do preço do petróleo aos maiores patamares em quase dois anos, a Petrobras disse que a companhia está pronta para ser rentável, seja com o barril a US$ 85 ou com o barril a US$ 55. 

Segundo os gestores, a empresa pública está preparada para enfrentar as volatilidades de um mercado de petróleo tão instável quanto o que estamos vivendo hoje, gerando retorno para acionistas, riqueza, empregos e desenvolvimento para o país. O lucro da Petrobras atingiu R$ 110,1 bilhões em 2025. 

Mas, com o decorrer dos fatos, no último domingo, os preços do petróleo ultrapassaram US$ 100 por barril pela primeira vez em quase quatro anos, segundo fontes de notícias. O preço do barril de petróleo Brent, o padrão internacional, estava em US$ 101,19 logo após a retomada das negociações na Bolsa Mercantil de Chicago, um aumento de 9,2% em relação ao preço de fechamento de US$ 92,69 na sexta-feira.

O West Texas Intermediate (WTI), petróleo bruto leve e doce produzido nos Estados Unidos, estava sendo vendido por volta das 20h por cerca de US$ 107,2 o barril. Isso representa um aumento de mais de 16,2% em relação ao preço de fechamento de sexta-feira, de US$ 90,90.

Fonte: UOL

 

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